
Imagem retirada da internet
Em cada verso que faço,
Faço erguer minha voz,
E de mim dou um pedaço,
Em cada verso que faço,
Com carinho a todos vós.
Dentro d’um verso tão só,
Apenas com meu pensar,
Tenho pena tenho dó,
Dentro d’um verso tão só,
Ter tão pouco que vos dar.
Das teias que a vida tece,
Tento em desembrulhar,
Todo bem que me parece,
Das teias que a vida tece,
Quero o bem desabrochar.
E neste rio que corre,
Num encontro se estende,
Um laço que se descobre,
E neste rio que corre,
Eu sinto como me prende.
É como rio que corre,
Num leito por aprender,
Poesia nunca morre,
É como rio que corre,
E nos deixa sem saber.
Poesia nunca morre,
É como rio que corre,
Num leito por aprender.
Casimiro Costa
Ó meu bom amigo, como está?
Muito obrigado, eu ainda esta manhã vou postar algo.
Um santo e feliz natal para si e para os seus e que o menino Jesus, lhe traga de volta a saúde.
Um grade abraço amigo
Casimiro Costa
De
Fisga a 15 de Dezembro de 2009 às 19:33
Ó meu bom amigo. Casimiro Costa. Obrigado pela preocupação, e desejo-lhe também, para si e para todos os que lhe são queridos. um lindo e santo Natal. onde reine a saúde, paz, alegria e o amor, muito amor., precisa-se. Um grande abraço de um Grande amigo. Eduardo.
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